terça-feira, 19 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Castelo das Princesas
Uma viagem ...
Uma viagem diferente... a um mundo de cores!...
Uma azáfama colorida, sentida no movimento das pessoas e na intensidade das cores ... dos cheiros ... e dos sabores!...
Uma azáfama colorida, sentida no movimento das pessoas e na intensidade das cores ... dos cheiros ... e dos sabores!...
Céu, Nuvens e Sol
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
A magia de Londres
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Interlaken
Pia do Urso
Lugar da Pia do Urso.
Concelho da Batalha, perto de Fátima, de Aljubarrota e de Porto de Mós.
Casas típicas restauradas.
Local de passagem de romanos, das tropas de D. Nuno e dos invasores franceses.
Diz-se que foi buscar o nome a um urso ibérico que costumava beber de uma pia existente no maciço rochoso.
Merece uma visita.
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terça-feira, 12 de maio de 2009
Travessia à portuguesa II
O Zé explicou. Aquela travessia é feita regularmente por motoristas de TIR que têm quartos reservados (restaurante e clube, também). Como havia dois vagos … e um português ajuda sempre outro português (no estrangeiro!) … já tínhamos onde dormir e tomar banho.
Mais. Um dos cozinheiros (não me lembro de que nacionalidade) fez-nos um bacalhau no forno e jantámos na parte de trás do barco, só nós e os nossos anfitriões, ao ar livre a apreciar um magnífico pôr-do-sol. Conhecemos os restantes portugueses: três, entre eles uma professora de Francês que pediu licença sem vencimento e ganhava quatro vezes mais que eu. Também trabalhava sem parar durante seis meses… Conhecemos os alojamentos da tripulação, onde bebemos um licor, fomos à prisão (sabiam que há uma em cada barco?) e fizemos compras na loja de duty free com desconto de tripulante. Não chegámos a ir à ponte falar com o capitão, já não me lembro porquê…
Pequeno problema: o nosso bilhete também não dava direito a pequeno-almoço.
Que não fazia mal, comíamos em terra….
Nem pensar! Era o que faltava! Amanhã vêm até ao restaurante e, quando vos fizermos sinal, entram e sentam-se a uma mesa. Só não podem mostrar que nos conhecem…. (as relações com o chefe de sala não deviam ser as melhores)
Como recusar sem ofender?
Eu bem tentei. Sou incapaz de regatear (não gostei de Marrocos, por causa disso) e não peço desconto em nada ( a minha mãe diz que o que os donos das lojas querem é ver-me entrar…).
Fomos ao pequeno-almoço, que engoli o mais depressa que pude. O Zé passou e piscou-nos o olho.
Bem vistas as coisas, a travessia só podia acabar assim…
Já foi há uns anitos. Não me lembro de muitos dos sítios por onde passei. Mas estes episódios ficam.
Nota: Porque não tirei fotografias ao canal de Kiel, o relato é ilustrado por imagens do Atlântico (a parte que nos toca, literalmente).
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Travessia à portuguesa I
Como a compra dos bilhetes – para passageiros e viatura – foi feita em alemão, qualquer coisa se perdeu na comunicação e, quando chegámos ao barco, não conseguíamos encontrar os nossos camarotes.
O nosso ar de perdidos deve ter alertado um tripulante que se prontificou a ajudar-nos. Bastou um segundo para perceber que não tínhamos direito a camarote.
O quê? Depois de tantos marcos gastos (era nesse tempo). Bem, onde é que dormimos?
Venham comigo… (sim, em português, que o Zé era de Cascais)
E levou-nos a um salão onde se alinhavam cadeiras, como se no cinema estivéssemos. À entrada é à esquerda, a casa de banho. Lavatórios alinhados e à vista de todos. Nem procurei as sanitas.
- Aqui não fico! E estava a falar a sério.
O Zé prometeu tentar encontrar uma solução, mas não garantia nada. Algum tempo depois, estava de volta e punha à nossa disposição os seus alojamentos (dele e da irmã).
Minutos depois, uma solução ainda melhor: dois camarotes na zona mais sossegada do barco e com televisão e tudo. Como foi possível?
Vejam o próximo capítulo.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Cutty Sark
Numa viagem a Londres, demos um salto a Greenwich (sim, pus um pé de cada lado do meridiano) e visitámos o Cutty Sark, que também se chamou “Ferreira” e “Maria do Amparo”.
Dois sobrinhos meus (à vez, que capitão há só um) experimentaram o leme e deixaram-se fotografar. Um deles - o que foge de qualquer objectiva que se aproxime - colocou-se entre os cabos que, ao fundo do barco, sobem em triângulo, agarrou um e, com a outra mão na sobrancelha, fingiu perscrutar o horizonte.
Deve haver milhões de fotografias iguais … e não será por acaso.
As fotos ficaram muito bonitas.
domingo, 10 de maio de 2009
A paz suiça

Nas minhas viagens, poucas, pelo espaço europeu, sempre me fascinou os verdes suiços e as suas casas de madeira muito floridas. As montanhas sempre cobertas de verde ou de branco, consoante a estação, sempre me trouxeram à memória o meu passado campesino, onde as coisas aconteciam ao ritmo da natureza e das estações. Era um tempo bom! Sem pressas e sem angústia de uma qualquer tarefa por realizar.
Aqui deixo uma imagem de 1995, duma aldeiazinha suiça, muito perto do Norte de Itália, Maloia, onde pernoitei numa pousada. Boa por acaso e com comida suficiente e decente. Estava a ser dirigida por um suiço que estivera no Brasil e percebia bastante bem o Português. Coisa rara naquelas paragens.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Irlanda III
Chegada a Cork. Táxi para Ballycotton.
O primeiro sinal de alerta foi dado pelo motorista que demorou algum tempo a descobrir para onde queríamos ir. Um "Ah!" de reconhecimento sossegou-nos (por momentos).
Campo (muito bonito), campo, campo ...
No banco de trás, tentámos conter o riso, adivinhando o que o passageiro da frente (o senhor do casaco) estava a pensar. Sem aviso prévio rebentámos numa gargalhada a três. O motorista deve ter pensado que não éramos bons da cabeça. O senhor do casaco percebeu e riu também.
Chegada ao hotel. Encantador, tal como nos tinham dito. O motorista deixou-nos o contacto e, na altura, não percebemos bem porquê. A nossa reserva não estava feita, mas arranjaram-nos quarto. O senhor do casaco conteve-se.
Malas abertas e passeio pela vila. Com calma, porque íamos lá ficar duas noites.
Descrição: uma rua, casas com jardins lindíssimos (ver Irlanda II), uma esquadra da polícia minúscula e pintada de azul bem forte (fechada), um pub que fechava às 5:00 e um porto. Mais nada! Nada!
Ah! sempre que um carro passava por nós (poucos) abrandava e os passageiros acenavam e sorriam.
Uma hora depois estávamos de volta ao hotel. Restaurantes ? O do hotel que, por sinal, tinha uma comida divinal. Transporte para sair dali? Um autocarro por dia (lembram-se do gesto do taxista?)
Voltámos a Cork e visitámos um castelo de cujo nome não me lembro (valeu a viagem) e regressámos a Ballycotton de táxi. Andámos, andámos, passámos por carros com feno, uma praia e nada de reconhecermos o percurso. Para trás. Muito tempo depois, avistámos, do outro lado da baía, lá muito longe, aquilo que parecia ser o nosso hotel. O senhor do casaco ia controlando o ponteiro do combustível que descia, descia... até atingir o vermelho. Finalmente chegámos e o taxista não exigiu mais do que o combinado. Deve ter pago para trabalhar, nesse dia... (tal e qual os nossos).
A viagem pela Irlanda continuou, ainda ficámos num hotel com fortíssimo cheiro a cavalo (a parte menos agradável do dito) e conhecemos mais um taxista (também uma simpatia).
Gostei, embora não pense repetir a experiência, porque há muito mundo para ver.
Nota final: não quero que pensem que o senhor do casaco é mau companheiro de viagem; nada disso! Gosto muito dele. O único senão é querer que tudo corra como planeado e à hora prevista.
Ah! também detesta incompetentes e mal-educados e odeia gente pouco séria. Estou com ele.
Irlanda II
Dublin ficou para trás.
Viagem de comboio até Cork, para seguirmos para uma "Manor House", em Ballycotton (hotel e localidade altamente recomendados na agência).
Entrada no comboio,poucos passageiros, lugares estrategicamente escolhidos para ficarmos mesmo à frente da bagagem. Várias paragens e gente a entrar, a entrar. Lugares, já só de pé.
Fiz um movimento para oferecer o meu, mas o senhor do casaco disse: "Deixa-te estar. Não vendessem mais bilhetes que lugares."
Dois diligentes passageiros, cansados certamente, encontraram um assento: as malas do senhor do casaco! Fiz os possíveis e os impossíveis para lhe tapar a visão (teria sido o caos se ele percebesse). Quando se apearam, ganhei coragem e olhei para as malas: apesar de serem de tecido forte, não aguentaram o peso e ficaram com uma enorme cova. Pânico. Uma senhora, virada para mim e do lado oposto, sorriu com ar cúmplice. Felizmente, à chegada, as malas tinham recuperado a forma original. Mais tarde rimos do episódio.
Como a narrativa já vai longa, segue-se nova mensagem (Irlanda III)
As fotografias são de Ballycotton.
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