O meu preferido é o amarelo; não tem a elegância dos outros , mas a cor é um espanto. Não sei como se chama. Como já disse, não percebo nada de peixes...
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Da Praça para o Prato
O mercado do peixe é sem dúvida um dos lugares mais visitados da ilha.
O cheiro do peixe fresco recorda-se só no rever das imagens.
É ouvir os pregões e as conversas de adulação ao cliente. É impossível não ficar fascinado pela variedade de cores e formas de peixes que enchem as bancadas da Praça do Peixe. Quem nunca foi à Praça comprar um peixe espada preto, uma posta de atum ou ruama para acompanhar o milho ou o arroz de tomate?
O cheiro do peixe fresco recorda-se só no rever das imagens.
É ouvir os pregões e as conversas de adulação ao cliente. É impossível não ficar fascinado pela variedade de cores e formas de peixes que enchem as bancadas da Praça do Peixe. Quem nunca foi à Praça comprar um peixe espada preto, uma posta de atum ou ruama para acompanhar o milho ou o arroz de tomate?quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Problemas técnicos
Não sei o que se passa, mas há dois dias que tento carregar fotos e não consigo; como também não sei resolver o problema, vou tentar mais tarde; pode ser que seja uma birra temporária...
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
PORTO DO FUNCHAL
Local de passagem entre o Velho e Novo Mundo, A Madeira mantem viva esta tendencia de ligar direntes culturas e nela se aclimatarem com destino a outras paragens.Hoje o porto recuperou essa matriz.
Logo de manhã dois paquetes encostaram e davam um ar cosmopolita à cidade. Depois chegou outro, e eram esperados mais dois a meio da manhã.
As oportunidades de negócio são muitas, mas o que devemos dar ao mundo é a certeza que somos capazes de bem receber e de lidar com culturas diferentes.
O madeirense é um homem de cultura enraizada no basalto, mas com uma enorme capacidade de acolhimento.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Água desabrochando em cor
Pelos espaços da nossa cidade encontrei algumas flores, festas de água.
Porque adoro o som e o orvalho que rega de frescura a minha mente, aqui as partilho.
Experimente sentar-se na beira dos repuxos e ouça a melodia de sua sinfonia sem pressa de chegar ao lago. Aprecie o sol, pacchorrentemente apaixonado, banhar-se na luz das gotículas, ou , se tiver sorte, deixe-se embalar pelo sussurro da brisa fresca das manhãs ou pela morna carícia das tardes.
Escute a natureza e faça parte da sua sinfonia!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Oceanário V
O tanque é a peça central do oceanário e pode ser apreciado de vários pontos. Quem tiver tempo, pode sentar-se num dos recantos e, simplesmente, olhar. À sua frente nada se repetirá, mesmo que passe o mesmo peixe. É até provável que fique à espera dele.
domingo, 31 de outubro de 2010
AJUDA-MADEIRA
Já tinha reparado na alvura da cal das paredes, na sineta embelezando o arco da sineira e nas cores róseas das barras, e no castanho das aberturas. Não tinha dado atenção ao painel de azulejos que espreita para a rua, entre as buganvílias de muitas cores.
A Capela de Nossa Senhora da Ajuda, segundo o Elucidário Madeirense, foi «construída por Fernão Favila, na fazenda que possuía em São Martinho, instituindo nela a sede dum morgadio», […] «fidalgo da casa real, combateu valorosamente em Africa, estabelecendo-se depois nesta ilha, onde casou com Beatriz Pires».
Mais acrescenta o Elucidário que, «afirmam, porém, outros linhagistas que foi Antonio Favila, filho de Fernão Favila, o instituidor do morgado dos Piornais, com sede na capela da Ajuda, onde jaz sepultado, tendo falecido no mês de Outubro de 1545».
Possivelmente, por rivalidade, a capela do Amparo que veio dar o nome ao sítio, estabelece-se depois, e mais a poente, mas vai apenas mudar o nome não a essência da proteção mariana.
Pode encontrá-la no Caminho Velho da Ajuda, muito perto do Fórum Madeira ou dos hóteis com o mesmo nome.
O sítio escapou à voracidade do cimento e bonitas moradias dão-lhe uma envolvência equilibrada.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Oceanário III
Amália, a estrela. Está sozinha - o Eusébio morreu e as crias emigraram para outras águas - mas não me pareceu muito preocupada. Indiferente a tantos olhares, risos, comentários e máquinas fotográficas, dir-se-ia no seu SPA privativo. Massajou, durante largos minutos, bochechas, pescoço e barriga. Terminou com uma máscara de algas. Como podem ver pelas fotos, não estou a inventar.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Vila Viçosa
terça-feira, 12 de outubro de 2010
ONDE PÁRA A ILHA
Nas minhas viagens à volta da ilha, encontrei paisagens.
Registei momentos. Surpreendi-me com o novo.No fim da deambulação uma questão permanecia:
Onde pára a ilha?
Algures no meio do azul?
Algures no dourado do nascente?
Algures na nave que chega ou parte?
Algures no horizonte do poente?
A ilha permanece algures em si mesma.
No desejo de partir, regressar e ficar.
A ilha é afinal o além aqui tão perto que se pode tocar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















