sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Presépio
Um dos muitos, muitos presépios de exterior construídos pelos mesmo autor: o Sr. Lume.
Até há alguns anos, eles eram feitos sobre um ribeiro que passava no jardim da casa. Um espectáculo, com a música da água a correr.
Até há alguns anos, eles eram feitos sobre um ribeiro que passava no jardim da casa. Um espectáculo, com a música da água a correr.
O mais interessante são as histórias que ele inventa para explicar as figuras que usou e o sítio onde as colocou. Tem uma técnica. Faz o presépio, afasta-se um pouco, observa o resultado e pensa: O que fará esta figura aqui? Já sei. E nasce uma história. Com humor à mistura. A figura da 3ª fotografia - disse-me - está ali a explicar aos menos atentos onde está o menino, que é apara ali que devem olhar..dahdah
domingo, 27 de dezembro de 2009
Na Madalena - O Mar
O mar estava lá.
Forte e colossal,
Rompendo a terra
Com beijos de espuma
Brancos e frescos...
Esfolava os calhaus
Espreguiçando-se na areia .
Eu estava lá e vi:
O céu cinzento,
As escarpas molhadas
As folhas esfregadas,
O solário sem sol,
E calhau indesejados
Povoando a promenade.
Todos aterrados,
olhávamos as ondas,
Indo e vindo
Rolando e explodindo,
Mas naquela força bruta,
O mar espreguiçava-se
E a areia afagava ternurenta
Os seus longos cabelos de algas,
E ele contente agradecia em brados
De roliços calhaus rolando.
E o rumrum amoroso
Lá ficou entre a terra e o mar,
Mas ao longe continuam os gemidos
Lânguidos dos eternos amantes.
- Ó mar! Ó desgrenhado mar,
Quando te encontras com a terra,
Da praia fazes abraço,
E o roliçar dos calhaus
É a tua forma de amar.
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Tempestade
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Baía
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Onde o verde toca o céu
No alto dos nossos grandes montes,
ondulantes nuvens algodoam os píncaros.
E lençóis alvos de macia e fofa lã
Atiram-se aos verdes das encostas
à procura desesperada do mar.
O casario, dependurado das achadas
E lençóis alvos de macia e fofa lã
Atiram-se aos verdes das encostas
à procura desesperada do mar.
O casario, dependurado das achadas
Sorri, branquejando os breves ecos
das cascatas, dos ribeiros e levadas.
E os nossos olhos, extasiados,
bebem dessa beleza da manhã
que respiram da pura natureza.
Aqui, onde a terra virgem toca o céu,
E o seu amor enorme, incontido,
em chuva miúda, silenciosa,vertido,
pouco a pouco, a cantar cresce
das cascatas, dos ribeiros e levadas.
E os nossos olhos, extasiados,
bebem dessa beleza da manhã
que respiram da pura natureza.
Aqui, onde a terra virgem toca o céu,
E o seu amor enorme, incontido,
em chuva miúda, silenciosa,vertido,
pouco a pouco, a cantar cresce
e se organiza em orquestra ruidosa,
Que ribomba pelas estreitas ribeiras,
Que ribomba pelas estreitas ribeiras,
Correndo louca, ébria, sem vagar
Em busca da sua antiga morada azul
E fogosa, na foz, se abraça ao mar!
Em busca da sua antiga morada azul
E fogosa, na foz, se abraça ao mar!
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domingo, 13 de dezembro de 2009
Beleza indizível
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
S. Lourenço
No extremo leste da Ilha, S. Lourenço resiste às investidas do mar bravio.
Ora Vejam!
E se desfaz em mil apelos de desejo!
OLHAR MATINAL
A nossa ilha tem tantos encantos.

Cada manhã é uma promessa de sol
Cada nuvem uma certeza de felicidade
Cada nuvem uma certeza de felicidade
quando os navios chegam de longe
trazendo no rasto o longo mar
que o sol doura mansamente
Como um beijo andarilho de vento.
A cidade lá está despertando.
Lava o rosto na frescura do orvalho
E espreguiçando, acorda para a vida!

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sábado, 5 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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